Linha Verde Metrô: Vila Formosa e Carrão ganharão novas estações

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As desapropriações para a Linha verde metrô, que vai ligar a Vila Prudente até Guarulhos começou. Diante dessa situação, o Jornal Expresso Carrão foi as ruas ouvir a opinião do povão.

Este sonho se não está tão perto de se realizar, também, não está tão distante. A Companhia do Metrô informa que desde julho do ano passado o programa de desapropriações foi reativado, o que de uma forma ou de outra, mantém viva a esperança dos moradores.

Ela será subterrânea numa extensão de pouco mais ide catorze quilômetros e terá treze estações. Orfanato, Água Rasa, Anália Franco, Vila Formosa, Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva, Penha, Penha de França, Tiquatira, Paulo Freire, Ponte Grande e Dutra, estas duas últimas em Guarulhos.

Somando-se a linha Vila Madalena-Guarulhos, a Companhia estima que cerca de um milhão e setecentos mil usuários serão beneficiados.

LINHA VERDE METRÔ – INTEGRAÇÕES

Também constam do cronograma, interligações da Linha verde metrô, com a CPTM-Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Linha Coral (estação Penha) a ser construída e linhas 12-Safira e 13-Jade, estação (Tiquatira), também a ser construída. Além de integração com a Linha 6-Laranja, em Anália Franco e linha 3-Vermelha, Penha.

Linha 2 Verde Vila Formosa, Carrão e Anália Franco

REDE ESSENCIAL DO METRÔ

A extensão da Linha 2-Verde fez parte do projeto do governo paulista há mais de onze anos. Foi batizado de Rede Essencial do Metrô, cujas propostas giravam em torno de ramais que deveriam estar funcionando até 2020. Nenhuma das linhas saiu do papel, pois o plano foi citado no Estudo de Impacto Ambiental e no Relatório de Impactos Ambientais, que chegou a ser aprovado pela Companhia do Metrô (CETESB) e chegou a ser liberado. Tais estudos tinham como base a pesquisa Origem-Destino, malha metroviária de pouco mais de cento e sessenta quilômetros.

IMPACTOS

Há, segundo o arquiteto Flamínio Fichmann, dois tipos de impactos. O primeiro é do aumento da superlotação e o segundo fica por conta do Plano Diretor da Cidade. Aprovado em 2014 e já valendo, prevê-se as zonas de estruturação urbana, ou seja, o limite de verticalização, áreas criadas ao longo dos eixos de transporte, enfatiza Fichimann.

Ele critica essa estruturação. Diz, imagine o caso da Linha 5, zona Sul, Santo Amaro-Vila Klabin. Essa obra se arrasta há mais de vinte anos, no fundo penaliza a população, já que o crescimento para determinada área, dada justamente à demora da construção do metrô, acaba sem estrutura de transporte público, arrematou, com muita propriedade.

NOSSA OPINIÃO

Esta realidade que acontecerá em nossa região será de muita valia não somente para os bairros, como também para as pessoas que serão beneficiadas. Essa facilidade de se locomoverem de um município ao outro, estimulando inclusive mais empregos não é somente uma necessidade, como também uma obrigação. Esperamos que as autoridades se comprometam com este projeto já em andamento e torne-o real o quanto antes.

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